2do. Corte
(redondeo):
Se realiza
um corte
reto,
tirando um
triangulo na
“orejuela”,
o
suficientemente
grande, de
maneira que
quase
desapareça
a prega,
“orejuela”.
Ver Figura
2.
3er. Corte
(redondeo):
Se realiza
o corte
reto no
extremo
oposto,
extremo
superior da
orelha,
tirando un
triángulo
menor ao
realizado no
2do
corte. Ver
Figura 2.
Observação:
-
O 2do.
Corte
(triangulo)
deve ser mais
grande que
o 3er.
Corte
(triangulo)
-
Os 3
cortes deven
ser retos,
precisos, o
redondeo
final da
orelha se
produce pela
cicatrização e
retração
de esta
cicatriz
do corte
realizado.
-
É um
corte
artesanal,
não implica
perfeição,
nem
semelhanças
extremas, o
cual não
seria
racional
acorde ao
tamanho das
orelhas
nesse
momento. Pelo
tanto é
de esperar
variação de
tamanho e
forma de
ambas orelhas
ao
realizar-se
o
crescimento
posterior.
-
O corte
original de
orelhas
realizado no
campo,
era feito com
facas
com só um
corte que
eliminava
só a
ponta da
orelha,
ficando
estas mais
compridas e não
tão
redondas.
Para
realizar o
corte da
outra orelha,
uma
alternativa
é “marcar”
a linha de
corte,
superpondo
a ponta
cortada da
primeira
orelha,
enfrentando
o pabelião
desta com
o
respectivo
da
segunda. Ao
apretar-las
entre sí,
fica
marcada uma
linha de
sangue bem
visivel.
Desta forma
estaremos
assegurando
a igualdad
dos dois
cortes. Ver
Figura 3.
Consideraçoes
gerais:
-
Entregar
o
filhote o
antes
posivel a
mãe, para
que ela se
encarregue de
lamber a
ferida e de
por o filhote a
mamar quanto
antes. A
partir desse
momento
a cadela se
preocupa da
atenção
da
ferida,
sendo pelo
geral
suficiente.
-
Se pode
baixar a
temperatura
dos
filhotes
mediante o
uso de
“sachets”
refrigerados
ou
congelados,
inclusive
aplicando eles
diretamente
sobre as
orelhas. En
casos de
sangrados
excessivos,
este ultimo
procedimento
serve para
ajudar a
controlar
as
hemorragias.
Originariamente
os cortes
se
realizavam
perto
do mes de
vida dos
filhotes o
qual
provocava
maior
sufrimento,
excessivo
sangrado e
pelo tanto
muitas mais
complicaçoes
primarias y
secundarias.